sábado, 16 de novembro de 2013

Lenda da garrafa de coca cola






Lenda da garrafa de coca cola.
De acordo com a lenda, um funcionário da Coca-Cola teria sofrido um infarto enquanto operava um dos tanques de refrigerante, seu corpo teria caído dentro do tanque, que, de tão fundo, ninguém via o corpo mergulhado na Coca-Cola. Ele teria ficado lá por dias se decompondo e sendo engarrafado. Essa lenda foi tão forte que em seu ápice ela chegou a diminuir as vendas da Coca-Cola em todo território tupiniquim. Uma variação dessa lenda (a que eu ouvi) acontece na maior caixa-d’água de uma cidade pequena, água essa que supria a cidade inteira.

Lenda do bumba meu boi




A encenação do Bumba-meu-boi tem como base uma lenda que se passa em uma fazenda às margens do rio São Francisco. Ela retrata a configuração social do período da escravatura, mostrando o tipo de relação de poder entre escravos e senhores e as crenças religiosas da época.


Segundo a história, em uma grande fazenda de criação de gados, um casal de escravos, Catirina e Francisco (também conhecidos como Mãe Catirina e Pai Francisco, em algumas regiões) passam por uma situação inusitada. Catirina está grávida e, certo dia, conta ao marido que está morrendo de desejo de comer língua de boi. O marido, sabendo que desejo de mulher grávida é uma ordem, busca uma solução. Francisco fica angustiado. Com tantos bois perto, nenhum pertencia a eles, são todos do patrão.


Catirina então, admirando a lua pela janela, avistou um boi bonito, gordo e vistoso e pensou no quanto desejava comer língua de boi. Seu olhar comprido comoveu o marido, que pegou o boi, o matou e cozinhou sua língua, saciando o desejo da esposa.


O restante do boi, Francisco repartiu com os vizinhos, sobrando apenas o par de chifres e o rabo, que ninguém quis.




Os dias passaram e, numa tarde qualquer, o amo começou a andar por sua propriedade para conferir o rebanho. Foi então que ele sentiu falta de seu grande boi que havia mandado trazer do Egito e perguntou a um de seus empregados onde estava ele. O escravo, então, disse que seu boi havia sumido. Um outro escravo que passava por ali, revoltado por não ter ganhado nenhuma peça de carne, deu com a língua nos dentes e contou que Francisco havia matado seu gado.


Inconsolado, o amo caiu no choro. Francisco e Catirina, com medo da reação do patrão, fugiram para uma outra cidade. O amo não queria nem saber, só queria seu boi vivo de volta. Chamou rezadeiras, pagaram penitências, curandeiros também foram anunciados para tentar ressuscitar o boi, mas o rabo, os chifres e o esqueleto permaneciam no mesmo lugar.


A história do senhor que chorava por seu boi assassinado se alastrou pela região, chegando até a cidade para onde fugiram Catirina e Francisco. O casal, então, confessou que estava morrendo de arrependimento pelo crime cometido. O filho do casal, já grandinho, ouviu a história e pediu aos pais que o levassem até a fazenda.


Chegaram então os três na propriedade. Mesmo com medo de receber algum tipo de castigo, o casal acompanhou o filho, que pegou o rabo do boi, espiou lá dentro e deu três sopros muito fortes. O boi, então, viveu e saiu chifrando quem tivesse pela frente. O amo não se aguentava de tanta alegria. Abraçava todos e até perdoou Catirina e Francisco.

Uma versão diferente a cada região

Lenda a rapariga das laranjas



Lenda a rapariga das laranjas

Segundo a lenda, a rapariga era uma jovem que vivia perdida na solidão, no temor e nos sonhos. No seu imaginário, passava os dias à espera de um dia reencontrar o seu querido príncipe encantado, que as adversidades da vida um dia levaram para longe de si.

Dada a sua tristeza, os deuses compadeceram-se dela e levaram-na a que fosse consultar um oráculo no sentido de proceder à procura de conselho e ajuda. Levada pelas intenções divinas, ela assim fez. Durante a sua consulta ao oráculo, a sibila, com a sua sapiência, ternura e simpatia, arrancou-a ao seu marasmo e levo-a para outro lugar, para um sítio mais bonito e luminoso, onde a Menina das Laranjas poderia ser de novo erguida como do nada fosse, com o nascer de uma obra de arte.

Depois de ter saído do marasmo em que se encontrava, a Rapariga das Laranjas percebeu que nenhuma das portas que a assombravam, que a rodeavam e que julgara fechadas para sempre, tinham qualquer fechadura. As portas abriam-se simplesmente à sua aproximação.

Pôs-se a deambular pelos caminhos que se encontravam por detrás das portas, até que ao chegar-se a uma dessas portas encontrou caída no chão uma bela laranja coberta de ouro. Admirada, juntou a laranja para não mais a largar, de tal modo ficou maravilhada com o fruto. Desse esse dia para a frente, a Rapariga das Laranjas nunca mais parou de procurar o laranjal mencionado pela sibila durante a consulta ao oráculo que lhe revelara existir um esplêndido laranjal, local de onde teria vindo a laranja que encontrara.

A Rapariga das Laranjas deu início a um longo caminho na tentativa de encontrar o laranjal, que era tido por ser o mais sublime e paradisíaco lugar que alguma vez sequer imaginar ou sonhar encontrar. Quando finalmente o encontrou, sentiu-se livre e segura, da laranja de ouro que sempre conservara na mão imanou uma luz que lhe permitiu ver a presença subtil do seu amado príncipe que há muito se ausentara. Pode de novo e finalmente voltar a acreditar no amor.

Lenda a brincadeira do copo




Lenda a brincadeira do copo
essa é outra das mais famosas, até porque muitos dos que estão lendo isso agora já devem ter “brincado” de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela (fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente, a resposta foi sim e logo em seguida o copo (em algumas versões ele é substituído por uma lapiseira) se estilhaça na frente de todos. Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o rapaz cético que não “respeitou” o espírito havia morrido num acidente de carro.

Lenda Barghest – Inglaterra




Barghest – Inglaterra


Cães Negros fazem parte do folclore da Inglaterra onde são conhecidos por Barghest que aparecem para anunciar a morte, e são descritos como cães de cor preta, enormes, com grandes olhos vermelhos e incandescentes, que têm a estranha capacidade de desaparecer em um estalar de dedos. São seres sobrenaturais que costumam ser vistos em encruzilhadas, e são geralmente ligados ao inferno. Dizem que aparecem para carregar a alma do infeliz para o inferno. É importante ressaltar a semelhança desse cão com Cerberus, o guardião da porta do Inferno na Mitologia Grega, que tem um unico ponto diferente dos Barguest’s : ele tinha três cabeças. De resto é igual em tudo.

Lenda a assombração de Jaguaruana




Assombração de Jaguaruana


Você acredita em assombração? Acredita em gente com forma de animal? Minotauro?… Pois bem, caso acredite ou não, sugiro conhecer essa história que vem se passando na cidade de Jaguaruana no estado do Ceará.
São relatos surpreendentes de uma tal de mulher-cavalo que vem aterrorizando pessoas naquele município.
Relatos sobre aparições da “mulher-cavalo” correm pela cidade de Jaguaruana/CE. Segundo Geovane, de 18 anos, ele saiu de um circo que se encontrava no município, ao se dirigir a sua casa, no bairro do Juazeiro, a cerca de 100 metros, uma mulher com formas de um cavalo o perguntou para onde ele iria. Geovane correu em direção de casa, sendo perseguido pela tal mulher.
Ao chegar na residência o rapaz foi socorrido pela mãe e vizinhos que ouviram os gritos de socorro. Segundo o depoimento de sua mãe, Dona Biró, o filho “não é menino de mentiras” e ele chegou “quase sem fala em casa”. Homens vizinhos do rapaz se armaram de paus e foram atrás da criatura. De acordo com o jovem, ela teria fugido para as terras do DNOCS, em meio a escuridão e o mato.
Em outra aparição, um homem teria caído de sua moto após dar de cara com a tal mulher. O recado de Orlando Almeida enviado ao programa “Acordando com os Passarinhos com André Lúcio” diz que “na noite de ontem, 6 de julho, a mulher-cavalo foi vista próxima à barragem do rio do Guilherme, Rio Jaguaribe.
Uma moradora de Antonópoles, localidade próxima ao local, ligou para o filho que se encontrava na cidade de Jaguaruana e contou o ocorrido. A mulher disse que um homem que passava de moto, ao virar o cruzamento, que fica antes da passagem molhada, teria focalizado em cheio a criatura, e com medo teria caido. A mulher tinha receio que o filho fosse para casa sozinho e ligou pra ele não ir.
Segundo os comentários da população, a “mulher cavalo” era uma dona de casa simples que tinha três filhos e morava em um Sitio no estado do Rio Grande do Norte e seu marido um dia teria arrumado uma outra mulher. Com raiva e ciúmes, a mulher teria assassinado os próprios filhos e feito um pacto com o diabo.
O marido, ao ver os filhos mortos e saber que foi a própria esposa que os matou, desferiu-lhe algumas facadas e ela acabou morrendo. Mas a mulher voltou “do mundo dos mortos” para procurar os filhos e, quando avista alguém, passa a perguntar por eles. As pessoas apenas dizem que não sabem e ela se transforma na criatura, perseguindo-as em seguida.
A população do município se divide. Alguns acreditam e dizem que morrem de medo, já outros afirmam que isto é mais uma invenção do imaginário popular.

Lenda da a noiva cadáver



A Noiva Cadáver – Brasil


Conta a lenda, que uma bela moça, que tinha como sonho da sua vida casar, morreu no baile do seu casamento. O noivo, desesperado, implorou que ela retornasse…mas ela não o fez. Não de imediato pelo menos. Dois meses depois da sua morte, no mesmo salão aonde foi realizado o baile, ela foi vista dançando. E depois em uma casa noturna na cidade. Em seguida em outra e depois em outra, até que enfim, ela virou uma lenda. Dizem que ela convida para dançar e depois pede para levar a sua casa. E aí a história diverge. Umas dizem que ela leva a sua vítima para o cemitério, já em outras para a igreja e se o “pegador” não correr muito, vai para o mundo dos mortos junto com a Noiva Cadáver